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Friday, January 2, 2026

Beyond Prevention : Strategy of Failure and Integrated Risk

 

Beyond Prevention: The Strategy of Managed Failure and Integrated Risk

In modern industry, we often talk about "continuous improvement" as a mantra. However, throughout my 15 years in risk control consulting and projects, I have seen a recurring pitfall: improving one sector at the expense of another is not evolution—it is a transfer of liability.

True improvement only exists when it is integrated and resilient. It requires the alignment of Costs, Productivity, Quality, HSE (Health, Safety, and Environment), and Strategy. If a cost-cutting measure compromises safety or quality, the net result for the organization is negative.

1. Living Processes

Improvement happens when the most critical processes are documented, delivered to the frontline worker, and subjected to periodic multidisciplinary reviews. A process shouldn't be a static document; it must be a dynamic tool for excellence.

2. Designing for Resilience: Managed Failure

We must accept that some events—earthquakes, extreme storms, or floods—are inevitable. Therefore, a robust risk project must go beyond trying to prevent the unpreventable; it must direct the damage to preserve lives.

In my view, advanced engineering must incorporate:

·         Planned Fragility (Sacrificial Zones): Designing specific areas to fail or break first (such as in dams or pressure systems) to relieve stress and prevent a total catastrophic collapse.

·         Strategic Reinforcement (Safety Islands): Creating reinforced structures—such as concrete bunkers or shielding—to protect human life and critical assets during landslides or fires.

We must design systems that "know" how to fail safely by directing the flow of water, fire, or earth away from what is most precious.

Real improvement is only achieved when all sectors are considered and when the project is resilient enough to handle the unexpected.

Question for my global network: Are your risk control projects designed only to prevent errors, or are they engineered to manage failure safely?


Celso França

15 years of experience in Risk Control Consulting & Projects

Mechanical Engineer | Safety Engineer | Judicial Expert | M.Sc. in Integrated Risk Management | Law Student

#RiskManagement #ResilienceEngineering #IntegratedManagement #ProcessSafety #GlobalEngineering #RiskControl #CelsoFrança

Thursday, August 14, 2025

 

“A Gestão Integrada Não Permite Sacrifícios em Custo e Produtividade por Segurança, Qualidade ou Meio Ambiente”


📋 Objetivo da Palestra

Apresentar soluções práticas dentro da gestão integrada que garantem:

  • Redução do uso de EPI por meio do controle efetivo dos riscos com EPC;
  • Implantação de manutenção preventiva estratégica para aumentar eficiência e reduzir custos;
  • Responsabilização do técnico de ar condicionado pelo PMOC, garantindo qualidade do ar com menor custo;
  • Possibilidade de contratar suporte técnico especializado (engenharia elétrica, civil, mecânica, ambiental e qualidade) em home office, com baixíssimo custo.

📚 Conteúdo Específico

1. Troca de EPI por EPC: Como e Por Quê

  • Revisão da hierarquia de controle de riscos;
  • Exemplos práticos de EPC e impactos positivos.

2. Gestão Estratégica da Manutenção Preventiva

  • Plano e indicadores de manutenção preventiva;
  • Integração com segurança e qualidade.

3. PMOC Sob Responsabilidade do Técnico de Ar Condicionado

  • Conceitos e importância do PMOC;
  • Atribuições do técnico responsável;
  • Estratégias para manter o PMOC eficaz e de baixo custo.

4. Suporte Técnico Especializado em Home Office

  • Como contratar serviços de engenharia elétrica, civil, mecânica, ambiental e qualidade à distância;
  • Benefícios: redução de custos com infraestrutura e deslocamentos;
  • Agilidade e flexibilidade no atendimento às demandas da empresa;
  • Exemplos de serviços que podem ser realizados remotamente.

✅ Benefícios para a Empresa

  • Redução de custos operacionais e administrativos;
  • Ambientes mais seguros, saudáveis e produtivos;
  • Melhoria contínua na qualidade dos processos;
  • Cumprimento das normas sem sacrificar produtividade;
  • Valorização dos técnicos e gestores como agentes estratégicos;
  • Acesso a suporte técnico especializado de forma econômica e eficiente.

 

Sunday, August 3, 2025

 


 CIF – Condições Impeditivas de Funcionamento de Máquinas e Equipamentos

1. Objetivo do Documento

A presente justificativa tem como finalidade a implementação de um controle formal denominado CIF – Condições Impeditivas de Funcionamento , aplicável a máquinas e equipamentos considerados críticos para a operação da empresa , com o objetivo de:

  • Prevenir falhas operacionais com alto custo ou impacto;
  • Evitar riscos à segurança dos trabalhadores;
  • Assegurar a conformidade com normas técnicas e legais;
  • Preservar a imagem institucional da empresa;
  • Promover a excelência operacional sustentável e responsável.

2. Contexto e Necessidade

Em diversas situações operacionais, é comum que máquinas funcionem mesmo diante de condições adversas como:

  • Manutenções críticas em atraso;
  • Dispositivos de segurança desativados ou deficientes;
  • Falta de limpeza ou limpeza mínima moderada;
  • Operação por profissionais não habilitados;
  • Uso de insumos inadequados ou indisponíveis;
  • Desalinhamento com metas estratégicas (qualidade, ESG, imagem).

Essas situações, ainda que pontuais, geram riscos que superam os ganhos imediatos de manter a operação — podendo culminar em:

  • Paradas imprevistas de alto custo;
  • Acidentes de trabalho;
  • Penalizações legais e fiscais;
  • Perda de contratos e clientes;
  • Danos à confiança da empresa perante o mercado e a comunidade.

3. O que é a CIF

A CIF (Condições Impeditivas de Funcionamento) é um checklist técnico-operacional que deve ser preenchido antes da liberação da máquina para funcionamento, especialmente em:

  • Equipamentos de alta criticidade para a produção;
  • Máquinas que operam em ambientes de risco elevado;
  • Processos estratégicos ou fiscalizados por órgãos reguladores.

O preenchimento do CIF é feito por um responsável, supervisor ou operador treinado, e sua função é garantir que os pré-requisitos mínimos sejam atendidos antes de cada operação.


4. Benefícios Esperados

Dimensão

Benefício da CIF

Segurança

Redução de acidentes, maior confiança dos operadores

Qualidade

Garantia de padrão técnico do produto final

Manutenção

Prevenção de falhas críticas e uso excessivo dos equipamentos

Conformidade / Legal

Conformidade com normas como NR-12, ISO, regulamentações ambientais

Financeiro

Redução de custos por falhas, retrabalhos e prejuízos

Imagem e Marca

Evita exposição negativa, promove responsabilidade e compromisso

Cultura Organizacional

Fortalece o senso de responsabilidade e o empoderamento operacional


5. Aplicação e Gestão

  • O CIF deve ser anexado ao plano de excelência operacional da máquina , como complemento obrigatório.
  • Em caso de não conformidade crítica, a máquina não deverá ser operada até regularização.
  • A liberação deve ser documentada por profissional responsável (supervisor, técnico, gestor).
  • O histórico da CIF será utilizado para auditorias internas, análises de desempenho e ações corretivas.

6. Conclusão

A adoção da CIF fortalece o compromisso da empresa com uma operação segura, eficiente e sustentável. Trata-se de uma ferramenta simples, mas poderosa, que transforma conhecimento técnico em ação preventiva, protege o patrimônio humano e material da empresa, e sustenta sua reputação e competitividade.

Recomendamos sua adoção imediata nas máquinas e equipamentos críticos, com treinamento apropriado aos envolvidos e integração aos sistemas de controle existentes.


7. Responsáveis pela Proposta

Nome

Cargo

Setor

Assinatura / Aprovação

Fulano da Silva

Coordenador de Produção

Produção

Sicrana Ferreira

Engenheira de Segurança

Segurança do Trabalho

Beltrano Mendes

Gestor de Manutenção

Manutenção

Sunday, July 20, 2025

 Na minha opinião, a melhor ferramenta para evitar um acidente




Saturday, July 19, 2025

 The Golden Rule of Management: Improve Without Harming. Or Are We Amateurs?

In the relentless pursuit of results, many companies still fall into the trap of improving one indicator at the expense of another. Reduce costs by reducing safety? Increase productivity by compromising quality? This isn't management; it's a zero-sum game that ultimately harms everyone.

My 15 years of experience in construction safety has shown me that non-compliance with standards like NR 35 isn't just a risk, it's a strategic failure. Companies that neglect safety and quality, relying on luck or poor enforcement, are doomed to much greater losses: accidents, heavy fines, loss of reputation, and even lives.

But there is another way! I had the opportunity to see firsthand the impact of implementing NR 35 with steel cable anchor lines. An investment seemingly focused solely on safety, which generated a domino effect:

Improved safety: Fewer risks, more peace of mind for workers.

Service quality: Safer workers = more accurate execution.

Optimized productivity: No accidents or interruptions, the workflow accelerated.

Real cost-benefit: The low implementation cost avoided huge incident expenses.

This is Integrated Management (Quality, Safety, and Environment - QSM) in practice! It's the vision that every decision in the company must be made considering its impact on all areas, seeking balance and synergy. It's the conviction that improving one area without harming others is not only possible, but is what differentiates sustainable and truly competitive companies.

Enough with the luck! It's time to build a future where safety, quality, and environmental respect are pillars of profit and innovation, not costs to be cut.

What do you think? Are companies that ignore standards truly being "competitive" or just creating problems for themselves, their workers, and society?

Wednesday, July 16, 2025

Saturday, July 12, 2025

 

VALORIZAÇÃO DOS ENGENHEIROS ESPECIALISTAS


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Wednesday, July 2, 2025

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Saturday, November 13, 2021

Implantação de um sistema de Gestão Integrada - Qualidade, Prevenção e Meio ambiente

 

A implantação de um sistema de gestão deve seguir um roteiro de implantação:

·         formação de grupo de trabalho para implantação do SIG;

·         preparação, definições de políticas (ajustadas aos objetivos com anuência da direção da empresa);

·         documentações, informações e projeto de implantação do SIG;

·         treinamentos, capacitações (voltado para implantação do SIG) e implantação;

·         avaliação e controles necessários para a boa implantação do SIG;

·         melhoria contínua, instrumentos para garantir essa condição, talvez seja a etapa mais importante, porque ela tem o poder de corrigir todas as outras anteriores. Então é a única que não pode ser errada.

Com intuito de facilitar adotaremos o exemplo sugerido pela apostila da FUNIBER, pois está muito bem detalhado e de fácil entendimento.

1.      . Elaboração de política integrada de gestão

a)      Formação de equipe para realizar a integração dos sistemas – a equipe deve ser multidisciplinar (de todas as áreas ter representantes), é importante que tenha um líder da equipe para coordenar o trabalho, uma pessoa que tenha acesso a alta direção da empresa;

·   Atribuições de responsabilidades – mais detalhada possível e sempre através de documento, nunca de forma verbal. Toda situação de risco deve ter medidas para acabar com o risco ou mitigar e ter uma pessoa responsável pela execução das medidas e/ou monitoramento, tudo documentado e protocolado.

b)      Confirmação da política pela alta direção da empresa - a anuência da direção da empresa é muito importante para toda empresa não crie obstáculos as mudanças. É comum a direção da empresa verbalizar um objetivo, mas quando chega na hora de tomar decisões ele recua em favor da produção, em favor Documentos:

·         M- SIG – O manual do sistema integrado de gestão deve ser elaborado com a participação e anuência da alta direção como também fazer revisões periódicas;

·         P-CORP.01 – o planejamento estratégico deve estar alinhado com a alta direção da empresa, logo a participação da direção para a confirmação desse documento é muito importante.

·         P-CORP.02 – a revisão da Direção é fundamental para mantermos o alinhamento em todas as ações dentro da empresa não criem obstáculos a implantação do SIG.

·         P-CORP.14 – O sistema de arquivamento da documentação deve permitir que todos os dados cheguem a alta direção, para melhor acompanhamento como também para eventuais correções nas estratégias do sistema de gestão.

c)      Informação, formação e organização da empresa MOLEX – a informação deve também capacitar as pessoas para intervenção no processo. Documentos:

·   P-CORP 04 – esse documento identifica a legislação obrigatória que a MOLEX deve cumprir em qualidade, meio ambiente e segurança e saúde, esse documento deve estar acessível a todos os participantes da equipe de implantação do SIG.

·   P-CORP.08 – A formação de pessoal e os recursos humanos é fundamental para o êxito do SIG, a capacitação, o treinamento, a informação deve chegar de forma mais eficaz a todos que participam de alguma forma dos processos de produção da MOLEX. A capacitação na empresa deve constar etapas de ajustes para o cumprimento do SIG.

·   P- CORP.13 – A elaboração e distribuição da documentação da SIG é muito importante, se essa integração for através de uma plataforma de gestão é melhor ainda, mas é importante que essa informação seja a mais democrática possível e rápida possível, disponibilizar dentro da rede de computadores interna da empresa é muito bom.

·   P- CORP.15 – A comunicação dentro da empresa assim como fora é muito importante, sem uma boa comunicação o sistema integrado de gestão fica muito prejudicado, pois os trabalhadores não ficam orientados como devem agir, assim como o gestor não recebe informações não pode ajustar sua maneira de administrar para atender as exigências do SIG.

·   P- CORP.20A e 20B – A identificação dos riscos laborais e ambientais devem estar bastante detalhados, assim como os planos para gestão deles.

·   P- CORP.21 – O plano da gestão da qualidade e ambiental deve estar detalhado, inclusive com os parâmetros limites e os responsáveis pelo acompanhamento deles.

d)      Projeto e documentação do sistema de gestão integrada – identificando todas as ações importantes para o sistema de gestão integrada, definindo procedimentos gerais e específicos

·         P- PRL – Plano de prevenção deve constar as situações de riscos com as medidas para eliminação ou mitigação do risco físicos, químicos, biológicos e acidentais. Especificar “detalhadamente”

o   Medidas para eliminação ou mitigação (monitoramento, check list, EPI, EPC, Protocolos, PT, OS etc.);

o   Responsáveis;

o   Correções eventuais;

o   Avaliações periódicas (melhoria, custos, eficácia das medidas etc.);

·         P- CORP.09 – O planejamento preventivo deve ser objetivado, como uma política da empresa, destacando nesse documento essa necessidade de antecipar os problemas e adotar medidas corretivas para anular e minimizar esses efeitos;

·         P-CORP.14 – O sistema de arquivamento da documentação é importante para estudos de comportamento, assim como para gerenciamento estratégico, é preciso que esse sistema esteja acessível para a gerência, de maneira rápida e precisa.

·         P-CORP.19 – A revisão da documentação deve ser completa no início como deve ocorrer periodicamente.

·         P-CORP.22 – O processo de compra a fornecedores deve ser bem específico, para não cometer o risco de prejudicar a qualidade, a segurança e o ambiente. Os parâmetros de tolerância, de qualidade, devem ser mensurados, os produtos devem ser avaliados de forma quantitativa e qualitativa.

e)      Implantação – a comunicação a todos deve ser alcançada, estimulando a participação e comprovando o recebimento das informações

·         P-CORP.07 – A satisfação do cliente, o recebimento de queixas, eventuais programas de pós-venda, são informações necessárias e fornecem subsídios importantes para melhoria dos processos;

f)       Avaliação e controle – as atividades deverão ser monitoradas pelos responsáveis

·         P-CORP.05 – As auditorias internas devem ser criadas e capacitadas para identificar eventuais desvios, anormalidades e não conformidades com os procedimentos, medidas implantadas pela empresa e pelo SIG;

·         P- CORP.09 – O processo de avaliação e controle pode mostrar quais os procedimentos, ações ou eventuais riscos devem constar nesse planejamento preventivo, esse processo deve ser contínuo e avaliado periodicamente;

·         P-CORP.11 – Controle de equipamentos de medida deve ser aferido, pois não é possível ter confiabilidade e qualidade com equipamentos sem aferição.

·         P-CORP.16 – O tratamento das não conformidades devem ser detectado através de inspeções constante, avaliações periódicas previstas no SIG. Fazer as correções diante de situações erradas é imprescindível.

·         P-CORP.17 – A atuação em emergência deve constar sinalização em locais visíveis, treinamento como também recursos para contenção imediata.

·         P-CORP.18 – Situações de incidentes e acidentes devem ser investigados e chegar a apuração com o objetivo de não permitir a reincidência com medidas de controle e melhoria.

·         P-CORP.23 – A gestão de prevenção deve se antecipar os acontecimentos com inspeções periódicas, comparações com os parâmetros aceitáveis.

·         P-CORP.24 – A gestão dos EPIs é importante e deve ter documentações periódicas de acompanhamento da validade e estado de conservação deles.

g)      Melhoria – continua com objetivo de aumentar produtividade e competitividade

·         P-CORP.07 – O cliente tem que ser ouvido, é necessário buscar essas informações, mesmo porque eles podem estar insatisfeitos, mas não reclamaram. Buscar essas insatisfações é fundamental para o processo de melhoria;

·         P-CORP.08 – A melhoria contínua passa necessariamente pela melhoria da capacitação e treinamento de todos na empresa, o compromisso de melhoria contínua deve ser cobrado de cada integrante da empresa, todos tem que estão engajados nesse compromisso.

·         P-CORP.16 – A identificação de não conformidades, é uma oportunidade de melhoria, as normas são situações mínimas exigidas para atender aos stakeholders da empresa. Logo que seja identificada a não conformidade deve-se providência medidas de melhoria do processo assim como medidas de controle para evitar novas ocorrências.

·         P-CORP.25 – As visitas a obras e outros centros é importante para saber como estamos e com isso promovermos melhorias em nosso SIG.

Acidentes no canteiro de obra:

Este relatos não deve revelar ou identificar a construtora nem o local, basta relatar o acontecido. Participe conte sua história.

A-0- Erros em obras, EPC e Andaimes.
A-1- Acidente fatais.
A-2-Acidente com queda de pessoas ou objetos.
A-3-Acidente no Guincho (elevador de carga/ pessoas)
A-4-Acidente em andaimes
A-5-Acidente em equipamento mecânico.
A-6-Acidente com pessoas sem EPI.
A-7-Acidente envolvendo estruturas
A-8-Acidente com invalidez.
A-9-Acidente por doença adquirida no trabalho
A-10- RISCOS FATAIS

DISTRIBUIÇÃO DE ACIDENTES

DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES POR CAUSA

Essa distribuição por tipo de causa, nos orienta os maiores perigos na C.Civil (Ribeirão Preto).

  • Quedas = 37,3%; C/ferramentas,máquinas=16 % ; Acidentes trajeto=12 %
  • Impacto por objeto= 11 %; Corpo estranho= 8 % ;Outros = 15,7%
conforme o endereço eletrônico abaixo:
http://www.scielo.br/img/revistas/rem/v58n1/a07tab01.gif